A operação é seletiva. Dizer não faz parte do método.
Nem todo consultório precisa de uma operação comercial, e nem todo momento é o momento certo. Esta página existe para você descobrir isso antes da primeira conversa, e não depois de um contrato assinado.
Foi construída para
- O médico, dentista ou profissional de saúde dono de consultório ou clínica particular, que responde pelo próprio crescimento
- Quem já tem demanda e não tem estrutura para sustentá-la, e percebe que o que chega não vira agenda na proporção que deveria
- Quem já investiu em marketing e viu o investimento não se converter, e desconfia que o problema não estava no volume
- Quem tem receita particular a proteger, ainda que conviva com convênio
- Quem aceita olhar os próprios números e tomar decisão a partir deles, inclusive quando o número desmente a intuição
Não foi construída para
- Quem espera terceirizar a responsabilidade e não participar. A operação exige o médico em pontos definidos, e sem ele o método não roda
- Quem quer resultado sem método, ou quer que alguém garanta um número em um prazo
- Quem opera cem por cento por convênio e ainda não tem receita particular a proteger. Nesse caso a operação não tem onde atuar
- Quem procura volume de leads. A operação existe para converter e reter o que chega, não para inflar o topo
- Quem espera que a DAMA contorne norma do CFM. Conformidade não é preferência, é limite
Por que a operação recusa
Aceitar um consultório que não está no momento certo custa caro para os dois lados. Para o médico, é investimento que não encontra estrutura para render. Para a DAMA, é uma operação que não pode dar certo ocupando o lugar de uma que poderia.
Por isso o primeiro passo não é uma proposta. É um diagnóstico: olhar os seus números junto com você e dizer, com clareza, se este é o momento. A conversa em que se diz não é mais barata agora do que depois.
O que acontece se for o momento
O diagnóstico vira o ponto de partida da implantação, e a construção começa por um cronograma com dono e prazo em cada etapa.
